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Nova encomenda

‹ Ajuda · Conhecer o Perfumatta

Neste capítulo

As dores que o Perfumatta resolve

Esta é a lista das dores reais de quem produz perfumaria artesanal sob encomenda — e o que o sistema faz com cada uma. Se você reconhecer três delas, o sistema foi feito para você.

1. "Em que fase está a encomenda da Fulana?"

A dor: a encomenda passa por fórmula, pesagem, maceração, envase, rótulo e entrega. Com dez encomendas ao mesmo tempo, você guarda isso na cabeça, no caderno e em três conversas de WhatsApp. Quando a cliente cobra, você não sabe responder — e descobre que esqueceu de tirar da maceração.

O que o sistema faz: um painel de produção onde cada encomenda é um cartão na coluna da fase em que está. Você arrasta ou toca para avançar. A maceração conta os dias sozinha e avisa quando venceu.

2. "Deu lucro? Não sei."

A dor: você cobra R$ 120 num perfume de 100 ml e sente que sobrou. Mas o álcool subiu, a essência veio mais caro, o frasco você comprou numa promoção antiga, e a embalagem você nem contou. No fim do mês tem dinheiro na conta e nenhuma ideia de qual produto paga as contas e qual dá prejuízo.

O que o sistema faz: cada produto tem a fórmula com as quantidades. O custo sai do preço do insumo e é congelado no dia em que o item foi produzido — se a essência subir amanhã, o lucro do que você já produziu não muda. O relatório mostra lucro por encomenda, por produto e por mês.

3. "Já entreguei? Já recebi?"

A dor: entrega e pagamento viram a mesma coisa na cabeça, e não são. Tem cliente que pagou e não retirou, e cliente que levou e ficou devendo. Você descobre o segundo caso meses depois, com vergonha de cobrar.

O que o sistema faz: entrega e pagamento são duas marcações separadas. A tela de pendências mostra quem está devendo e quem tem encomenda pronta para retirar, com o valor e a data.

4. "Acabou a essência no meio do lote."

A dor: você começa a produzir e descobre que o fixador acabou. Perde o dia, paga frete expresso, atrasa a cliente.

O que o sistema faz: o insumo tem saldo e estoque mínimo. Produzir baixa o saldo. Quando um insumo passa do mínimo, ele entra na lista de compras sozinho — e a lista já vem com a quantidade que falta e o fornecedor.

5. "Perdi a fórmula / mudei e não anotei"

A dor: a fórmula que ficou boa está num papel, num áudio de WhatsApp e na sua memória. Você ajusta a proporção, fica melhor, e no mês seguinte não consegue repetir.

O que o sistema faz: a fórmula fica no produto, com quantidade por insumo e rendimento. Cada lote produzido guarda qual fórmula foi usada — então repetir é abrir o lote anterior.

6. "A cliente me pergunta de hora em hora"

A dor: cada cliente manda "e aí, como está?" e você responde a mesma coisa dez vezes por dia.

O que o sistema faz: o pedido feito na sua loja tem um link de acompanhamento. A cliente abre e vê a fase, sem login e sem ver nada de ninguém. E há mensagem pronta de WhatsApp para cada fase, com o nome e o produto já preenchidos.

7. "Não tenho onde vender além do Instagram"

A dor: você vende no direct. Some no meio das mensagens, não tem preço visível, não tem cobrança, e quando você viaja a venda para.

O que o sistema faz: uma loja sua com endereço próprio, com os produtos que você escolher, preço, disponibilidade e pedido. O pedido cai direto como encomenda no painel. Se você ligar a cobrança, a cliente paga por Pix, boleto ou cartão — e o dinheiro cai na conta dela, não na nossa. Além disso, as lojas aparecem na vitrine do site, com busca por nome, tipo e produto.

8. "Tudo está na minha cabeça — e se eu adoecer?"

A dor: nenhuma outra pessoa consegue tocar a produção sem você.

O que o sistema faz: você convida quem ajuda, com acesso separado. Quem é ajudante executa a produção e não vê dinheiro nem lucro. O roteiro de produção está escrito no produto, passo a passo — alguém consegue produzir lendo a tela.

9. "Rótulo feito à mão, com validade errada"

A dor: rótulo escrito à mão, sem lote, com validade chutada.

O que o sistema faz: o rótulo sai pronto para imprimir, com nome, volume, número do lote, data de fabricação e validade calculada. Em folha de etiqueta comum.

10. "Perdi tudo quando o celular quebrou"

A dor: caderno molha, celular quebra, planilha corrompe, computador é formatado.

O que o sistema faz: os dados ficam no servidor, com cópia de segurança diária guardada fora do servidor e cifrada. Telefone e e-mail de cliente ficam cifrados no banco. Nenhuma empresa vê o dado da outra — isso é garantido pelo banco de dados, não pela boa vontade do programa.


‹ Para quem é o Perfumatta O que muda na prática ›

Ficou faltando algo neste capítulo? Escreva para suporte@hmuniz.cantara.com.br — a dúvida de uma vira capítulo para todas.